5 fatos sobre a Pirâmide de Quéops

O planalto de Gizé é um local muito famoso na história, somando 61 metros de altura, este planalto desempenhou um papel de grande importância durante o período faraônico. De lá foram retiradas todas as pedras para a construção das incríveis pirâmides de Gizé.

De todos as Maravilhas do Mundo Antigo, a única que ainda está de pé é a Pirâmide de Quéops ou Grande Pirâmide de Gizé.

Vem comigo descobrir 5 fatos surpreendentes sobre a Pirâmides de Quéops

1 – A altura original da Pirâmide de Quéops era de 147 metros mas infelizmente 9 metros foram perdidos, e se você observar a foto acima, o topo é diferente das demais pirâmides da necrópole. Qualquer imagem que mostra as três pirâmides de Gizé, você terá a impressão de que a Pirâmide de Quéfren é maior, isso porque ela foi construída em uma aréa mais elevada.

2 – São 2,300 milhões de pedras, com pesos que variam de 2,5 até 15 toneladas. Já dentro da câmara funerária onde o faraó Khufu foi enterrado, há pedras que pesam mais do que 51 toneladas.

3 – Você sabia que todas as entradas das pirâmides foram feitas no lado norte? Isso porque os antigos egípcios acreditavam que a alma do faraó após a morte habitaria nas estrelas do norte (as maiores estrelas). Os egípcios observaram muito as estrelas e tinham um vasto conhecimento sobre astronomia. Ao observar a pirâmide de Khufu, você vai ver que há duas entradas, a principal tem altura de 17 metros aproximadamente, mas a porta que os turistas entram é a segunda, esta entrada é conhecida como entrada de Califa Mamoon – um dos califas do Império Islâmico. O Califa abriu esta outra entrada porque a principal não era visível na época, mas ele escolheu exatamente este ponto para abrir uma nova porta por duas razões: a primeira pelo conhecimento prévio de que toda pirâmide tem sua entrada no lado norte, e a segunda é que ele queria descobrir os tesouros que poderiam haver dentro da pirâmide de Khufu.

4 – Outra curiosidade é que na pirâmide foram utilizadas 3 tipos de pedras, o tipo encontrado na pedreira do planalto de Gizé, o calcário utilizado no revestimento da pirâmide, originário da pedreira de Helwan (é possível ver como era feito o revestimento das pirâmides no topo da Pirâmide de Quéfren) e o granito rosa que foi usado na câmara funerária, o granito rosa é oriundo da pedreira da cidade de Aswan, no sul do Egito. A construção das pirâmides se deu a partir do auxílio de rampas ao redor da estrutura, subindo as pedras e as colocando em seu devido lugar. À medida que a construção se erguia os trabalhadores aumentavam as rampas e ao chegar ao topo eles começavam a fazer o revestimento em calcário.

5 – No Egito Antigo, todos os faraós que governaram o reino era designado pelos deuses, mas para Quéops (Khufu) isso não era suficiente, pois ele acreditava que era o próprio deus Amon-Rá, devido a isto os habitantes queriam participar do projeto da construção da Pirâmide de Khufu, pois eles acreditavam que assim estariam mais perto do deus ou do símbolo do deus, e na outra vida também seriam os seus servos.

Bônus:
A Pirâmide de Khufu foi um projeto nacional do Egito, na época dos faraós o nome do país era Kemet que significa terra preta com o sentido de terra fértil. Na construção que durou 20 anos para ficar pronta, participaram mais de 100,000 pessoas. O engenheiro Hemeyono foi o responsável pelo projeto da grande pirâmide, ele fez realmente um trabalho fenomenal. Mais de 5000 mil anos se passaram e ainda não há nenhum outro que possa ultrapassar tamanha engenhosidade. A estátua que o representa atualmente está localizada na Alemanha. Nesta construção ele conseguir corrigir todos os erros cometidos nas outras tentativas dos faraós do passado, como foi o caso da Pirâmide Curvada de Sneferu.

Este artigo foi feito com o auxílio do amigo Mohamed Hassan, Mohamed está prestes a concluir o curso de guia turístico no Egito para falantes de língua portuguesa. Obrigada Mohamed!

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História, Turismo,

Escrito por Mayara Carmo

Apaixonada pela arte e por viagens, Mayara é paraibana e formada em Arte e Mídia pela Universidade Federal de Campina Grande. Depois de pisar em vários países, acabou fazendo do Egito o seu lar doce lar desde 2015 . Mãe e esposa, ela não deixa de perseguir os seus sonhos e aprender cada vez mais. Mayara trabalha com Marketing de Conteúdo e nas horas vagas como freelancer.

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